quarta-feira, 24 de março de 2010

E também teve a aventura na cachoeira da serra!

Bom, de tantas aventuras na serra, não podemos esquecer da cachoeira da serra, certo?

Foram dois dias de cachoeira: segunda e quarta. Segunda foram eu (Osmar), o Menoti, o o Krebo, a apunhaladora de virilhas Alice, o Chiru (Fernando), a Dayane, o Waguinho e, mais tarde, o Gean.


Na quarta éramos só quatro caras intediados de fazer nada numa cidade pequena e resolvemos ir pra cachoeira de novo: eu, o Big Nose Ratão (Luís Paulo), o Krebo e o Rapaiz das sobrancelha junta Alan.


Enfim, tirando a parte em que o Gean chega, enquanto estamos no meio do caminho, e leva as duas garotas na moto dele, e com isso, deixa a gente morrendo de raiva porque estávamos rindo delas por estarem andando no sol quente em plena 11 horas da manhã, e alguns vídeos e piadas contadas no meio do caminho e na cachoeira, nada foi muito interessante. Rapidinho voltamos pra cidade.

Na quarta foi diferente. Apesar de que não tínhamos nada pra fazer, nós não queríamos vir embora tão cedo... Então damos um jeito de escalar um esbarrancado do lado esquerdo da cachoeira. Tipo, na hora eu pensei "Ô Diabo! Eu num vô consegui subir isso de jeito e maneira!". Eu era o gordo de todos ali. Mas pelo contrário! Subi e quem ficou por último foi o Alan, o mais magrinho. E aquilo aumentou minha autoestima. Eu, de fato, me superei... Depois de tanto esforço, ficou a indignação de ter deixado a câmera junto com as outras coisas lá em baixo na cachoeira

Chegando ao topo do esbarrancado, fomos seguindo um caminho desconhecido e jamais desbravado por outro homem nesse mundo! Lá tinha várias coisas estranhas pra nós, meros terráqueos: árvores, formigas, besouros, marimbondos (êêêê marimbondo!), mato, enfim... Tinha até um cupim no formato de um pênis! Nos deparamos com um coelho imóvel, visto lá de longe, e quando a gente chega perto, não passava de raízes secas para fora do chão...

Mas o mais legal ainda foi a hora de voltar. Todo mundo andando tranquilo até que o Luis Paulo grita "formiga!" e saiu ele e o Alan, que tavam na frente, correndo. Eu, burro, parei e fiquei olhando pro chão. Não eram formigas! Eram marimbondos! Cara, aquilo juntou nas minhas pernas e nas do Luis Paulo e nóis curria, e nóis curria! E nóis correu mais um pôco e aquele trem ardeno a cada ferroada e toda hora aparecendo mais marimbondo. Aí eu dei um salto "duplo twist carpado", que aprendi com as aulas online com a professora Daiane dos Santos, com o intuito de matar aqueles bicho e o Kleber tentando acertas os marimbondos que tava em cima de mim, mas eu ainda acho que ele tava aproveitando a oportunidade de me matar, e eu tirando as do Luis Paulo. E o Alan? Cadê Alan! Alan sumiu! Alan já tava lá na frente! Ele deve ter algum super poder naquelas sobrancelhas junta dele que lhe dá a capacidade de voar...

Sei lá... Cheguei em casa parecendo que eu tinha abaixo da cintura coxa>joelho>coxa. E Só eu e o Luis Paulo fomos ferroados por aqueles animais irracionais, não sei se é porque nóis dois que era os mais bunitos dos quatro, mas alguma coisa na gente tava atraindo o enxame... Inferno! Eles só fazem isso com a gente porque não é nóis que tem ferrão pra ferroar eles!

Apesar da preocupação com alergias aos marimbondos, nada de mais aconteceu... Tivemos que seguir o caminho sentindo dores nas pernas de quem levou ferroada. Temos o depoimento de uma vítima daqueles marimbondos pervertidos. Assista e até o próximo post! \o/


Osmar Junior

A aventura na serra.

Venho até aqui para contar uma incrível aventura que se sucedeu a alguns anos no alto duma serra.Um da turma deu a idéia de girico de escalar a perigosa serra sem nome,que faz o monte Everest parece um montin da artura dum barranco,fiquei seduzido com a idéia de espindurar minha cueca num mastro bem na ponta da serra pra mostra que fui macho de subi aquela lasqueira,mesmo que custasse minha vida,juntamo um bando de amigos experientes em arriscar a vida por modo de nada,tava o Fernando,Krébu,Denis,zoboomafoo, e um bando de outros que agora não me alembro de citar por pura falta de memória ou preguiça de digitar.

Era um dia comum,marcamos de nos encontrar na praça do Divino Machado,o horário era pra ser 9 da manha,mas o Denis atraso um pouquinho,só 5 dias de atraso, tempo gasto pra pentear os cabelo e dar bença pra mãe antes de sair ,assim tivemo que bebe toda a água e cume a refeição destinada a aventura,o Piter meu cachorro que tem cara de cachorro com desenvoltura de gente crescida parecia pressentir o perigo que vinha pela frente e resolveu me seguir,dizem que esses bichos entendem dessas coisas de pressentimento,fiquei um poco incomodado pois esse tipo de aventura num cabe a bicho destrenado,vi a teimosia do dono naquele bicho de focinho molhado.

Corremo em rumo a montanha,fomo pela selva bem na trilha feita pelo homen,paramo um poco pra aprecia as vistas,e como a viajem era longa e o sol ameaçava se deita,aceleramo o passo e chegamo no pé da famigerada serra,ondi reza a lenda da laje,vive criaturas não catalogadas pela ciência,como o saci branco de duas perna,a sereia que tem a metade peixe do umbigo pra riba,entre outras que me causam arrepios só de imagina,com a bravura de um nordestino mineiro nascido em Goiás,escalamo de forma desorganizada e apreçada porque as manga robada pelo caminho já tinha se desfeito no nosso estomago.

Chegano na metade da serra ,lá pelos 10.000 metros de altura,vi uns zói se alumiá no mei do mato,Fernando achando muito bunito a aprecia tal brilho quis vê com as mão ,do jeito que se faz lá na cidade,ao se aproxima,um bicho de 100 metro de largura com mais do infinito em comprimento,se ergueu a modo de se amostra pra nós,era sim uma legitima cobra gigante que mora de aluguel na serra,dei um grito que se usa pra espanta criatura de tal perigosidade,mais a bicha num tinha oreia,assim deduzi que não teria ouvidos tamem,e o grito não fizera o efeito esperado,os meu amigos disseram que o grito foi um tanto afeminado,mas esse grito foi dado pela cobra que se enrolava na serra, quando viu meu sarto mortal carpado que dei pra livra o Fernando de tanta amargura.
A bicha tento ataca o resto do bando,o Cesar mininu muito afeiçoado na arte do “Muguerço” a distraiu enquanto Piter me dava cobertura,vi de longe o krébu e o zoboo dando gorpes que se aprendera nas aula com Zé Pretin ,antes das aula de bolinha de gude com Curé e Jarrão.

Vendo toda aquela cena que nem efeito de filme americano podia representa,saquei meu canivete de casca laranja e pica fumo na intenção de aresorve toda aquela paiaçada,descasquei uma tora de arvore e fiz uma catapulta em dois minuto,demorei muito porque esqueci de amola o canivete na pedra sabão,pois bem,coloquei Piter na catapulta e o lancei direto no olho brilhante da danada,sabe-se que cobra zaroia perde as força,o resto dos aventureiro pularam nos gorpe certeiro ensinado pelo omi elestico o mininu Natam, que me alembrei que tava lá nos dano auxilio.

A bicha num se agüento de farta de ar e morreu,ouvimo que outras feras se aproximavam,e então um que tava ali cum nois grito “Vamo é faze essa danada de escorregador!” a boa idéia foi aceita,pois nois queria memo é vorta pros pé de manga, pulamo em riba da falecida e vortamo na velocidade da luz pro pé da serra,talvez não fosse na velocidade da luz porque não tinha velocímetro pra oia,mais moiei meu dedo no cuspe e mirei pro alto,assim dava pra sabe mais ou meno que tava berando a velocidade da luz,após cume as manga pra se recupera da aventura,vortamo de volta pra nossa terra com a ajuda do Gugu.E quem for besta de desacredita nesta aventura que suba lá na serra pra vê o esqueleto da danada.
Denilson marçal.

sábado, 20 de março de 2010

Feijões saltitantes

Após uma semana cansativa de nada pra fazer,ficamos na praça depois da aula,era sexta a noite,eu tava bem animado em estar lá pelo fato da insônia ter me perseguido pela semana toda ,apesar da fome por ter dispensado o rango e ter me servido de bolachinhas pitstop,tomei uma cachaça com Osmar a Cesar (esses dois nomes junto soam como dupla sertaneja de Goiás),os Sancho pança deste Dom Quixote,ou talvez seja o contrario,a pinga desceu suave como um soco na boca do estomago dado pelo Mayk Taison,cuspimos no chão e uma dessas moças da vida gritou ironicamente:”Lugar de porco é no chiqueiro”,pensei em devolver na mesma moeda:”Bem perto do curral onde a vaca da sua mãe se encontra”,observando as possibilidades de ser esfaqueado e ter que deixar a Tássya para amigos sacanas consolar preferi me manter vivo evitando o comentário.
Andamos pela cidade,andamos pelos trios ferroviários,comentamos que lá é o lugar onde as idéias legais pipocam das cabeças para a ponta da língua,o Osmar disse:”Quem tem dinheiro ai?,a gente podia subir no trem e ir pra outra cidade”,confesso que fiquei animado com a idéia,fiz até um discurso de bêbado que fala pelo os cotovelos,alegando que no futuro próximo seremos obesos,carecas e impotentes,e que só seriamos felizes pelas lembranças,historias pra contar a quem não quer ouvir,o Cesar resistiu aos planos de uma noite imprevisível,não teve o mesmo entusiasmo que eu tive,mas tudo bem,aquela idéia soa melhor quando estamos bêbados ,não quero ver minha foto na conta de luz por uma aventura.
Acordei no dia seguinte com minha mãe gritando meu nome e dando socos na porta do meu quarto,nada de anormal se tratando de um sábado a não ser o horário,sou um urso,eu não durmo, eu hiberno,estão são os meus motivos para o mau humor quando acordo antes do meio dia ,alem do mais o propósito era terrível,se ela me acordasse porque iria se mandar de casa com o circo e fosse pra me avisar que não lavaria mais minhas cuecas,ou se fosse para dar a noticia que minha irmã foi abduzida por seres alienígenas e nunca mais iríamos ver a pobre coitada eu entenderia (minha família faz a família Adams parecer normal),mas o propósito era terrível,maligno,atroz...vocês nem imaginam,é uma palavra que nem ouso dizer,que me fere os ouvidos,ela me chamou pra trabalhar,isso mesmo que vocês caros leitores acabaram de ler,TRABALHAR!.Logo eu que defendo a filosofia de vida que diz que vagabundo é quem trabalha,pois tem tempo pra isso!, fui obrigado a carregar carrinhos cheios de areia e brita que chegava a altura do meu queixo,as palmas da minha mão que eram maltratadas pela masturbação desenfreada,sofreram bem mais com os materiais de construção,fizemos uma calçada,pelo menos pude escrever meu nome no cimento fresco,e pitei o pito de paia do Zé Miguele,o vizinho mais bacana que tenho.E assim se acaba a minha aventura de algumas horas,e terminarei tal aventura com uma frase poética,dita por Zé Miguele Delas Pampas: “ Sente só o chero dessa imundice”.

Denílson Marçal.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Uma breve introdução

A turma de Candeias, agora vai ser também a Turma do Blogspot!
Isso mesmo!

Então as piores coisas, as melhores coisas, tudo junto, vai tá aqui! o/

Prepare-se para dar risadas, se emocionar com histórias de vida engraçadas.

Situação do dia de uma bando de jovens que tentam revolucionar o mundo que os cerca, você encontra aqui, na Turma do Blogspot.

Até mais!

Osmar Junior