terça-feira, 20 de abril de 2010

Mias uma jornada rumo à cachoeira da serra!

Munto beim!

Nós fomo tudo de novo pra chachuêra... Só qui dessa veis a gente fomos com mais gente! Dessa vez foi inté bão...

Vamo saber tudo que rolou dessa vez? Acompanhe!

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Capítulo I - Combinando tudo uma semana antes.

Então... Agora nós combinamos tempos antes para que todos mundo possa ir. Vejamos que foi convidado:

Alice, Lukinha, Quijinho, Bruno, Denilson, Adriano, Tássya, Tayná, Wander, Aiumy, Fernando, Ideiafixa, Alan, Denis, Waguinho, Daniel, Kleber, César e Caio. Inté o Mestre Splinter Ratão e a girl dele foram convidados. Só que por motivos de emprego dela, eles não puderam ir...

Não foram: Aiumy, Caio, César e Bruno.

Enfim...

Novamante, o encontro foi marcado lá na pracinha do Divino...

Uns minutos de atraso, tempo gasto pra tomar um cafezin na padaria do Ozanan, e vam'imbora!
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Capítulo II - A jornada.

E começamos a nossa viagem rumo ao "humanamente inexplorado". Principalmente pro caboco Quejinho, que acho que nunca foi pra esses lados da natureza e fica mais preso à selva de pedra que (por incrível que pareça) Candeias pode ser.

Aquela caminhada embaixo do sol quente não siginificou nada para nós, meros soldados de chumbo candeeenses. De início pensamos "pow, as meninas não vão conseguir". Mas elas se mostraram mais fortes e resistentes do que imaginamos.

Seguimos pela infinita Highway até uma entrada secreta que havia em seu caminho...

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No meio do caminho. Pessoas num veículo estranho pediram por ajuda para saber como se chega a Tangamandápio. Explicamos que a nossa passagem para Tangamandápio, que também ia para Matcho Pitcho, era secreta e somente os escolhidos poderiam passar por ela (Mentira... A passagem só é secreta. Se você achar é só entrar e seguir as direções indicadas pelas placas).

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Fomos seguindo até que nos deparamos com o homem invisível. Lendas contam que ele sente os nossos movimentos e atacam sexualmente! =0
Mas fomos mais espertos para nos livrarmos dele! Lendas também contam que, como ele percebe os nossos movimentos, o que nós temos que fazer é simplesmente ficarmos parados até que ele vá embora. Fiquei sabendo que o Quejinho e o Daniel queriam ser atacados, mas dissemos que seria um risco pois eles poderiam gostar... Então ficamos paralisados em cima de cupins carnívoros que, por sorte, não devoraram nossos pés.

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Recolhemos um pouco de água num corguinho ali perto. É uma água especial que só existe por lá. E uma água curadeira. Todas as nossas feridas foram cicatrizadas instantaneamente. As meninas recuperaram as energias e, como é uma água milagrosa, ficamos dotados de super-poderes para que pudessemos percorrer o mais rápido possível os 1000 km que ainda restavam pela frente.

Usamos nossa nova habilidade de voo para chegarmos mais rápido ao pé da serra de fazer da cachoeira um toboágua. Paramos lá em baixo para nos alimentar com fungos e pteridófitas que encontramos por perto de onde a água da cachoeira corria... Moiamos um pouco lá na cachoeira. Bebemos um pouco de vinho e tivemos aquela ideia genial do quarteto da última jornada até este mesmo local de subir novamente os esbarrancado até lá em riba. Dessa vez fomos eu, Fernando, Daniel, Denis, Krebo, Adriano e a valente e destemida e muito muié, vencedora de um prêmio de um real, Tayná!

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Chegando lá em cima, o Fernando me joa no chão e grita "Muinha no Osmar". A partir daí, só consigo ouvir os estralos das minhas costelas e ossos alheios do meu corpo. Mas não ficou só por aí não... Os outros também foram torturados... Acompanhe a foto se tiver sangue frio (note Ideiafixa tentando devorar o próprio dono)...

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No meio do caminho, encontramos um cipó que à primeira vista parecia firme... Até que todos resolveram ficar pendurados nela... Não aconteceu o inesperado porque estavamos esperando mesmo: o cipó rebentou, quebrou, enfim... Nóis caímo tudo no chão... O que se machucou menos foi esse aqui, que ficou só com traumatismos por todo o corpo, quebrou todas as costelas e o pescoço e ficou uma semana sentindo as dores da queda.

Clique na imagem se quiser... Essa aqui já tá no tamanho normal mesmo...

Voltamos para a cachoeira nadando por ela e ao chegarmos lá nos deparamos com o inesperado: os que ficaram já estavam indo embora. Sim! A água milagrosa deles tinha acabado e decidiram que era melhor voltar e pegar mais para chegarem sãos e salvos em suas casas. Junto com eles foram Tayná e Fernando. Lukinha quis ficar mais naquele local sagrado e armoçá da marmita o Denis e do Krebo...

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O tempo foi passando e decidimos que era hora de vir embora. Falamos bobeiras, esquentamos as marmita e vam'bora! Pegamos nossas coisas que foram abandonadas impiedosamente pelos outros e seguimos o caminho de volta para onde não queríamos voltar: Candeias.

No meio do caminho, Denis se manca que a câmera digital dele não tá na bolsa. Era o fim. Todos ligaram incessantemente para os outros que haviam ido embora mais cedo e nenhum deles tinha levado a câmera... Onde estaria? Sentamos e fomos refletir...

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Onde estaria a câmera? Por uns instantes pensamos em ligar para uns amigos nossos que são detetives famosíssimos como os das séries Cold Case, Bones, Fringe e Monk. Talvez fosse algo muito sobrenatural que tivesse levado a câmera com ele. Então seria eficaz a ajuda de Sam e Dean Winchester e os de Fringe. Se fosse algo bem mais planejado, poderiamos chamar os nossos amigos de The Big Bang Theory para calcularem os planos para acharmos a câmera.

Vasculhamos nossas mochilas, exceto uma... Seria ela! Sim! Estava nela! Estava na mochila do Adriano! A câmera tava inté briano que nem nos desenhos animados quando uma coisa secreta ou misteriosa é achada.

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Continuamos nossa jornada de volta até que o Adriano e o Krebo arresorvero defecar... O Adriano fez uma cagada literalmente, que inclusive eu inté atolei o pé!

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Agora o Krebo, acho que de tanto comer arroz com feijão e farinha de mandioca torrada cagou bolinha...


Clique na imagem para ampliar (se achar conveniente aqui também)

No final, chegamos ao nosso destino... Candeias, apesar de pequeno e monótono, pode oferecer umas belezas naturais que, com bom senso, podem ser exploradas e se tornar lugares mais agradáveis que se possa imaginar. Se você não é de Candeias ou é só que também sente um vazio cultural, sente o tédio chegando para acabar com o seu dia, junte-se a nós. Somos legais. Gostamos de fazer coisas que para alguns podem parecer inúteis para alguns virar uma aventura digna de livros. É só se juntar a nós! Só pedimos algumas condições:
  1. Não suportamos Funk nem NX Zero ou afins, bem como o rebolation.
  2. Não somos de baderna. Tá bom... um pouco...
  3. Curtimos o velho e bom rock!
Se você antende a essas condições, pode vir! Precisamos de mais membros mesmo! É só lembrar da mensagem do sábio Marçal de Sousa "Só nós conseguimos transformar o tédio de cada dia numa aventura...". E lembre-se que em Candeias, o turista é de casa!

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Capítulo III - Final.

Fim! \o/
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Osmar Junior

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